me deu liberdade porque quis. agora aguente.
Natal segundo o Giro
Descobrir a não existência do Papai Noel é de uma imensurável tristeza. Só comparada a descoberta que ele é um produto criado pela Coca-Cola. Santa Claus. Este é o verdadeiro nome do bom velhinho. Americano nato tanto quanto o próprio refrigerante. O gorducho da barba branca, na verdade, pertencia ao folclore dos Yankees e foi resgatado pela companhia para uma campanha publicitaria. O resto da história todos já conhecem. Hoje, vestir a folgada fantasia alvi-rubra garante até uns trocados nessa época.
Em clima de expansão, as ambições do site para 2005 são muitas. Além de uma rádio online e novos espaços interativos o Giro Cultural pretende lançar no mercado a linha de refrigerantes Giru’s e, junto com ela, seu devido garoto propaganda. Se a Coca- Cola Corporations pode, o Giro Cultural também pode.
Um candidato em potencial é o Saci-pererê. Sujeito simpático e brincalhão. Não poderia representar melhor o nosso Natal. Até o gorro vermelho o menino já tem, inclusive, alguns especialistas em moda acreditam na ‘Sunga Saci’ como a grande tendência primavera-verão. Suas virtudes são muitas. Tem poderes mágicos como o de desaparecer e aparecer onde quiser, logo, não precisaria de chaminé e nem de trenó. É quase um mestre dos magos. Sem contar que foi discípulo de Bruce Lee, faz tudo com uma perna só. O único porém é que, apesar de novo, o garoto é tabagista de grandeza maior. Mas justamente por isso ele também seria o mascote ideal de alguma campanha contra o fumo. Diz a lenda ainda que quem conseguir sua carapuça, será recompensado com a realização de um desejo. Forte candidato. O ex –fumante, Noel-pererê.
E por que este ofício deve ser designado apenas por homens? Nãnaninãnão. As mulheres também estão no pário. Com vocês: Comadre Fulorzinha e a Mula Sem Cabeça!. Logo em dupla. Para cair o cabelo. E por falar em cabelo, a madame é detentora de umas madeixas que fazem inveja a qualquer Rapunseu. Sem duvidas existiria uma linha Barbie Fulorzinha, se esta for eleita Mamãe Natal. Com sua mula alada, ela não apenas representaria o Natal como seria a heroína oficial da ‘Terra Brasilis’, quiçá do universo. Perseguiria todos os mal feitores. A arma? Seus cabelos cortantes. Não haveria presente melhor de Natal. Chilindró aos merecidos.
Depois de muito matutar, Papai Noel Cabra da Peste mesmo só poderia ser, nada mais nada menos, que Zé Mochila. Provavelmente poucos ouviram falar nesse indivíduo, que não é exatamente uma assombração e sim um mendigo que perambulava pelas ruas de São Bento do Una, agreste de Pernambuco, no ínício dos anos 90. Contavam na cidade que ele surrou a mãe, numa sexta-feira santa (!) e ela lhe rogou uma praga. Desde então, Zé Mochila começou a virar bicho (podia ser cobra, cachorro, porco, qualquer um). Toda criança tinha medo dessa figura que andava descalça e com um saco nas costas. Ninguém nunca soube o que ele carregava ali dentro.
Mochila, cabra da peste de São Bento do Una este é o nosso 'Homem'. Só falta pintar a 'sacola' de vermelho e deixar de assustar. Já que o espírito natalino prega a paz e a harmonia: com ajuda dos poderes de GreySkull, lhe rogamos a ‘praga do bem’. Promovido então a Zé Noé. Ao invés de fazer as criancinhas temerem, seu poder de metamorfose servirá para o entretenimento delas. Tipo: super gêmeos, ativar! Sua mochila é o porta pedidos. Seus afazeres também se configuram como prestador de serviços de utilidade pública. Podendo já começar tomando a forma de golfinho, pois dizem que tubarão tem medo...
Ps: O Giro ainda propôs candidatura à Perna Cabeluda, mas ela não se interessou pela oferta.
http://giro3.interjornal.com.br/
Descobrir a não existência do Papai Noel é de uma imensurável tristeza. Só comparada a descoberta que ele é um produto criado pela Coca-Cola. Santa Claus. Este é o verdadeiro nome do bom velhinho. Americano nato tanto quanto o próprio refrigerante. O gorducho da barba branca, na verdade, pertencia ao folclore dos Yankees e foi resgatado pela companhia para uma campanha publicitaria. O resto da história todos já conhecem. Hoje, vestir a folgada fantasia alvi-rubra garante até uns trocados nessa época.
Em clima de expansão, as ambições do site para 2005 são muitas. Além de uma rádio online e novos espaços interativos o Giro Cultural pretende lançar no mercado a linha de refrigerantes Giru’s e, junto com ela, seu devido garoto propaganda. Se a Coca- Cola Corporations pode, o Giro Cultural também pode.
Um candidato em potencial é o Saci-pererê. Sujeito simpático e brincalhão. Não poderia representar melhor o nosso Natal. Até o gorro vermelho o menino já tem, inclusive, alguns especialistas em moda acreditam na ‘Sunga Saci’ como a grande tendência primavera-verão. Suas virtudes são muitas. Tem poderes mágicos como o de desaparecer e aparecer onde quiser, logo, não precisaria de chaminé e nem de trenó. É quase um mestre dos magos. Sem contar que foi discípulo de Bruce Lee, faz tudo com uma perna só. O único porém é que, apesar de novo, o garoto é tabagista de grandeza maior. Mas justamente por isso ele também seria o mascote ideal de alguma campanha contra o fumo. Diz a lenda ainda que quem conseguir sua carapuça, será recompensado com a realização de um desejo. Forte candidato. O ex –fumante, Noel-pererê.
E por que este ofício deve ser designado apenas por homens? Nãnaninãnão. As mulheres também estão no pário. Com vocês: Comadre Fulorzinha e a Mula Sem Cabeça!. Logo em dupla. Para cair o cabelo. E por falar em cabelo, a madame é detentora de umas madeixas que fazem inveja a qualquer Rapunseu. Sem duvidas existiria uma linha Barbie Fulorzinha, se esta for eleita Mamãe Natal. Com sua mula alada, ela não apenas representaria o Natal como seria a heroína oficial da ‘Terra Brasilis’, quiçá do universo. Perseguiria todos os mal feitores. A arma? Seus cabelos cortantes. Não haveria presente melhor de Natal. Chilindró aos merecidos.
Depois de muito matutar, Papai Noel Cabra da Peste mesmo só poderia ser, nada mais nada menos, que Zé Mochila. Provavelmente poucos ouviram falar nesse indivíduo, que não é exatamente uma assombração e sim um mendigo que perambulava pelas ruas de São Bento do Una, agreste de Pernambuco, no ínício dos anos 90. Contavam na cidade que ele surrou a mãe, numa sexta-feira santa (!) e ela lhe rogou uma praga. Desde então, Zé Mochila começou a virar bicho (podia ser cobra, cachorro, porco, qualquer um). Toda criança tinha medo dessa figura que andava descalça e com um saco nas costas. Ninguém nunca soube o que ele carregava ali dentro.
Mochila, cabra da peste de São Bento do Una este é o nosso 'Homem'. Só falta pintar a 'sacola' de vermelho e deixar de assustar. Já que o espírito natalino prega a paz e a harmonia: com ajuda dos poderes de GreySkull, lhe rogamos a ‘praga do bem’. Promovido então a Zé Noé. Ao invés de fazer as criancinhas temerem, seu poder de metamorfose servirá para o entretenimento delas. Tipo: super gêmeos, ativar! Sua mochila é o porta pedidos. Seus afazeres também se configuram como prestador de serviços de utilidade pública. Podendo já começar tomando a forma de golfinho, pois dizem que tubarão tem medo...
Ps: O Giro ainda propôs candidatura à Perna Cabeluda, mas ela não se interessou pela oferta.
http://giro3.interjornal.com.br/

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