Redação Jornalística III
Vez por outra aperece alguma polêmica que nos reporta à tão lembrada ditadura e, consequentemente, ao Ato Institucional número cinco. A bola da vez é: O Conselho Federal de Jornalismo.
Os comunicadores defendem que a privação de quaisquer pensamento é de imensurável absurdo e incoerência. Porém, será que a intocável liberdade de expressão deve ser cumprida à risca?
Se a própria constituição, baseada nos valores éticos, aponta claramente que as leis são válidas para todos, significa que antes de tomarmos qualquer atitude teremos que contar até dez. É pertinente lembrar que toda profissão diplomada é legislada por princípios eticos-profissionais, e estes, são reguladores do próprio exercício.
Mesmo considerando a supremacia dos poderes: Executivo , Legislativo e Judiciário, para eles também existem direitos e deveres ,ou seja, não há absolutismo. Mesmo que seja hipotético.
Na mídia, com seu status de Quarto Poder, não poderia ser diferente. Se nós enquanto cidadãos temos o dever de cumprir o direito do próximo , a mídia, como orgão fiscalizador que diz ser, tem o dever de dá o exemplo.
Por outro lado, se um sindico não tem o direito de administrar um condomínio sozinho é contestável que uma proposta regulamentadora, como Conselho de Jornalismo, seja "vomitada" e não discutida. Mas, não é descartável. Até porque como dizem por aí: quem não deve não teme.
Os comunicadores defendem que a privação de quaisquer pensamento é de imensurável absurdo e incoerência. Porém, será que a intocável liberdade de expressão deve ser cumprida à risca?
Se a própria constituição, baseada nos valores éticos, aponta claramente que as leis são válidas para todos, significa que antes de tomarmos qualquer atitude teremos que contar até dez. É pertinente lembrar que toda profissão diplomada é legislada por princípios eticos-profissionais, e estes, são reguladores do próprio exercício.
Mesmo considerando a supremacia dos poderes: Executivo , Legislativo e Judiciário, para eles também existem direitos e deveres ,ou seja, não há absolutismo. Mesmo que seja hipotético.
Na mídia, com seu status de Quarto Poder, não poderia ser diferente. Se nós enquanto cidadãos temos o dever de cumprir o direito do próximo , a mídia, como orgão fiscalizador que diz ser, tem o dever de dá o exemplo.
Por outro lado, se um sindico não tem o direito de administrar um condomínio sozinho é contestável que uma proposta regulamentadora, como Conselho de Jornalismo, seja "vomitada" e não discutida. Mas, não é descartável. Até porque como dizem por aí: quem não deve não teme.

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