Senhor, tens piedade!
O quê leva um pai ao olhar seu recém-nascido pensar: “Vai se chamar Sepúlvida Pertence”? Não é de hoje que procuro algum fundamento lógico, por menor que seja, para uma barbárie desta. Agradeço todos os dias por ter uma mãe compreensiva e sensata. Não é todo mundo que dá uma “colher de chá” para um sujeito que atende pelo nome Marivaldo. Sujeito este que viria ser meu pai. È louvável. Ainda mais louvável foi a atitude dela não permitir que, o próprio, remaneja-se seu “carma” para algum de sua prole. Outro caso curioso é, do sempre citado, nosso brother André. Como ele mesmo comenta: “Ainda bem que meu pai não teve raiva de mim”. Ele escapou fedendo de carregar um Eutrópio Édipo Junior na RG. Sortudo. Bartolúcio era um grande amigo do jardim de infância. Encontrei com ele tem três meses depois de uns dez anos. O pior que ele tem uma cara de Fábio da porra. Mas é massa ter um amigo Bartolúcio que tem um primo Delúcio. No dos outros é refresco, heim? Teve uma época que eu cogitava: “Quando tiver um filho vai se chamar Rosemberg”. Rosemberg era um indivíduo muito do doido lá de Jardel. Mas nessa época nem cabelo no suvaco eu tinha. Cresci, mudei de idéia e, não tenho a menor noção de como chamarei meus filhos. Eu sei que Vetoracigetorax Crócia, nem pensar. – Vetinhooo!!!

<< Home